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Se observarmos esses trechos destacados abaixo, poderemos destacar aspectos dragônicos como a valorização da ética e dos códigos de honra entre os compromissos assumidos, relações de poder (comando e obediência) e o uso da sabedoria, como também a essência da borboleta: "a sua capacidade de transformação, mutação".
"Normas de comportamento que devem ser
capazes de assegurar a continuidade do
controle e do poder e devem convencer
os indivíduos que a obediência a esses
códigos é para seu bem, sustentabilidade
felicidade e garantia de futuro para si
e demias gerações vindouras;
capazes de assegurar a continuidade do
controle e do poder e devem convencer
os indivíduos que a obediência a esses
códigos é para seu bem, sustentabilidade
felicidade e garantia de futuro para si
e demias gerações vindouras;
(...) Toda escolha carrega uma intenção
carregada de valores que na sua maioria
não são percebidos conscientemente, estão
incrustados na substância de nossos pensa-
mentos a respeito do mundo e de nós mesmos;
(...) Constituem a armação de concepções e
categorias que não são de nossa própria criação,
mas que a sociedade nos entregou já pré-
fabricadas e é por onde nosso pensar individual
se move, mesmo quando ele é original e ousado".
não são percebidos conscientemente, estão
incrustados na substância de nossos pensa-
mentos a respeito do mundo e de nós mesmos;
(...) Constituem a armação de concepções e
categorias que não são de nossa própria criação,
mas que a sociedade nos entregou já pré-
fabricadas e é por onde nosso pensar individual
se move, mesmo quando ele é original e ousado".
(Diskin, 2000)¹
Então, caríssimos, se vocês possuem um espírito empreendedor que podemos encontrar tanto no dragão quanto na borboleta, compartilho com vocês essa dica bibliográfica.
__________________
1. DISKIN, Lia. Ética: um desafio à desigualdade. In: ESTEVES, Sérgio (org.). O dragão e a borboleta. Sustentabilidade e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Axis Mundi/AMCE, 2000.
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